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| Imagem: Larissa Pujol |
Tecem-se os trajetos dos fios – por um fio é a vida – no seu risco figurado sob o plano que se nos destina. Nos entrelaçados batimentos vê-se a alinhada textura de uma pele cuidadosamente revestida de tecidos expressos durante os caminhos da feição. E desta, o entretenimento fácil da angústia nos efêmeros períodos destacados com os botões que recordamos.
Penetra a agulha moldando as vestes capazes de corporificar o espírito. Pode aquela perfurar com as dores, segundo nós, do mundo, a fim de bordar, embora na sua agudeza, os enfeites do ensino – um legado que se suspende nos cabides com o seu final corpo desfiado pelo sumo uso do que se foi. A propósito disto, a velha moda surpreende há diversas passarelas deixadas para o atrás e encaminhadas à frente dos moldes-passos que convirão com os movimentos que embalam as poses.
Penetra a agulha moldando as vestes capazes de corporificar o espírito. Pode aquela perfurar com as dores, segundo nós, do mundo, a fim de bordar, embora na sua agudeza, os enfeites do ensino – um legado que se suspende nos cabides com o seu final corpo desfiado pelo sumo uso do que se foi. A propósito disto, a velha moda surpreende há diversas passarelas deixadas para o atrás e encaminhadas à frente dos moldes-passos que convirão com os movimentos que embalam as poses.
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| Idem |
Corpo em tecido cosido pelas frágeis e finas linhas em si. Na reciprocidade dos olhos compartilhamos o rosto bordado a tempo, cujas brandas têxteis definem o lenço abrigo do fardo – sentimento adiado – e das lágrimas. As chances são remendos esperados da inquieta continuidade que ostentamos com afã. É de estampa que o abstrato seja a sina da companhia no concreto agrado do outro, vistas as níveas décadas puras e simplesmente nascidas das células preparadas nas bases de um modelo. Neste, ainda que vestido o presságio, desnudar-se-ão, um dia, os ossos. Rasgada é a lembrança.

