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Constrói tijolo em pele

Trinca a parede aquele risco quebrado assim como gole frio da angústia percorrido pelo esôfago. A sede é um longo caminho ainda virgem, todos os dias. Montaram com tijolos em nós a abertura nomeada de boca e puseram-lhe vidraças para adiar tudo o que seria sentido.
Enquanto o alento da espera abafa o cristal da visão, o dia ali nos vigia em círculos cruzando as sombras do descanso e certificando o nascimento estático da raiz à mente que alcança a mais possível altura.
Ainda somos paredes arquitetadas e construídas de acordo com a verdadeira pilastra fixa no subsolo. Nos cimentos seguros por trás do orgulho reboco se fez a árdua lida, às vezes de areia que burla ou de feia paciência, mas totalmente presente durante a ascensão dos seus cômodos.
Telhados assim em que o sol se desperta e trabalha com suas idéias sobre nós. Vida útil da beleza da nossa feição, algumas cores retocadas pela conservação para melhor receber as visões das vidraças alheias. E aquele sentimento adiado aparece frente ao portão: adentre-se. Esteja belo ou tolo, amenizará o riscado daquele alto que se esquece. Creio, sobre o piso, repousando está dentro de mim.

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A sós com sua rija confiança, o elemento cinza, pesaroso ao olhar dos outros, não elenca na sua cegueira quem nela se deposita. Machuca, às vezes, quem a ela chuta, por pura educação primitiva de ser pedra.
Bem sabe ela do tempo. Não mais respira, mas aguarda e inspira. Morte dos outros apenas... Os minerais de Augusto dos Anjos já a permanecem sem que ela nasça. Os…