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Mostrando postagens de Maio, 2012

Ao pé da cama...

A breve maturidade já permite ver o futuro com os próprios passos.
Aquela melhor criança amava seus tombos, e com estes formava brincadeiras ilimitadas d’um crescimento esperto. Uma constante moldura cujo pincel afora comete os planos em pigmento crepúsculo até a expansão lenta das horas em cores ou na sua neblina original. O bem deixou para o dia seguinte... Tempo leito do dia e ataúde da noite. É o nascimento se encarregando do fato certo que a ignorância humana se preocupa em dar curiosidade! O vento é só matéria contínua e também o único a te abraçar duas vezes pelo mesmo caminho... Desculpa atrasada germina naquela derme pesada do outono. Viste, filho? Apenas um caso de verdade... Talvez não corretamente idealizada, mas própria. Observarás que cada uma profere o seu mito velho do absurdo. Bem, fecha os olhos e o corpo: A noite se contorna de um lado para o outro enquanto o ontem visa um rastro de vida durante o sonho...

Um percalço e... O amigo... (Dedicado a uma letra A. maiúscula e masculina)

Todo o branco do infinito se representa na móvel face da palavra: esta que, embora livre, também é o abraço (d)escrito num cativo porque sincero da saudade... Carta? – Não. Substituir a falta? – Tampouco. Onipresença? – Talvez. Percebes, amigo, a gama de olhares ao mesmo horizonte enquanto, num dois verticalmente medíocres de certeza, não mais nos pondera este obstáculo criado em nosso imo?! A conversa alcançaria a aurora caso nos reencontrássemos, mas, o adeus tolo de cada ontem abreviou o que escutávamos durante as expressões sorridentes das novidades convividas. Na decoração dos nossos assuntos, amigo, os projetos de leitura continuavam entre nós; o que eu de ti guardara em página e o que tu de mim destacaras em texto. Descobríamos a exatidão das experiências que nos dedicavam os personagens e, de momento, a literatura tornava palpável esta ilusão através do entrelace das nossas mãos, caro colega. – É-me nobre haver te conhecido... ... E de ver os dois céus de sua face escancarad…

A faca n'água

Este fio que mergulha no corte profundo da sede é um possível caminho receosamente deglutido. Camuflagem argenta – um brilho, pois, do organismo invasor de moles vidas com sua conseqüente divisão, às vezes, famigerada e funesta no toque da imagem cuidadosa nos fundos d’um cristal limpo. – Apenas separo as transparências. – Explica a faca n’água ao aprofundar a leveza do talho na calmaria do vidro. A visível debilidade líquida burla o manejo da bainha na outra parte do fundo airoso, todavia sobre ela. A curiosidade física tomou a amplitude da sua imagem submersa, visto que o transbordar da água em direção à ex-cêntrica seca compilaria a inunda pretensão entre as bocas. – Um corte maior e arriscado. – Deferiu a faca ocultando em seu metal o encontro das águas. Fina mobilidade pontiaguda que as mãos causam no pequeno redemoinho sem cor e sem cheiro. Mesclam-se ali apenas a força d’um corpo e o poder da face primária retida no cilindro. O objeto imergiu sua tarefa afiada através da profu…

Aula de literatura com Chaves (El Chavo del 8)... [Versões]

Pouco comum, ou melhor, nada comum que esTa vossa escrevente se intrometa numa publicação deste blog na sua primeira pessoa. Entretanto, esta semana, convido os leitores para que apreciem as versões feitas /nas/ cenas de alguns episódios do Chaves (El Chavo del Ocho) através da imagística de uma aula de Literatura. Literófila (ou Literaturófila) e Chespiritófila assumida, eu sempre quisera assistir a uma aula do Professor Girafales – e assim imaginei os dispostos abaixo – cuja referência fosse aos permanentes literários que abraçam a língua portuguesa. Encaminho os textos trabalhados nos seguintes títulos “Uma Aula de História”; “Ser Professor é Padecer no Inferno”; e “O Castigo Vem a Cavalo”, na ideia de como poderia haver sido... Despeço-me fazendo minhas as palavras do personagem Chómpiras: Tómalo por el lado amable… Larissa.  __________________________________________________________________________________ PROFESSOR GIRAFALES Agora, você, Quico.
QUICO Presente, querido profes…