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Ao pé da cama...

A breve maturidade já permite ver o futuro com os próprios passos.
Aquela melhor criança amava seus tombos, e com estes formava brincadeiras ilimitadas d’um crescimento esperto. Uma constante moldura cujo pincel afora comete os planos em pigmento crepúsculo até a expansão lenta das horas em cores ou na sua neblina original.
O bem deixou para o dia seguinte...
Tempo leito do dia e ataúde da noite. É o nascimento se encarregando do fato certo que a ignorância humana se preocupa em dar curiosidade! O vento é só matéria contínua e também o único a te abraçar duas vezes pelo mesmo caminho... Desculpa atrasada germina naquela derme pesada do outono.
Viste, filho? Apenas um caso de verdade... Talvez não corretamente idealizada, mas própria. Observarás que cada uma profere o seu mito velho do absurdo.
Bem, fecha os olhos e o corpo: A noite se contorna de um lado para o outro enquanto o ontem visa um rastro de vida durante o sonho...

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Puseram a culpa na pedra. Nesta que a água tanto bate até que fura. Nesta que Drummond encontrou poesia pelo caminho. Nesta pela qual João Cabral construiu sua educação.
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Bem sabe ela do tempo. Não mais respira, mas aguarda e inspira. Morte dos outros apenas... Os minerais de Augusto dos Anjos já a permanecem sem que ela nasça. Os…