sexta-feira, 13 de julho de 2012

O cortejo da boa


Resta paciente a atitude que se desfaz.
A inocência aveluda o tecido feito de cascas de pêssegos amarelos: tem-se o resguardo da terra inunda de festejo para o arranque nestas mãos engraxadas de terça-feira.
A beleza supôs que o prato servido concluir-se-ia no mesmo destino; e visou o poço das mesclas profundas de compaixões. O afago fechou a saleta, em jejum. Permitiu apenas o descanso da anedota anã após o exaustivo esforço para alcançar o acento. O banquete foi a rotina da inocência, que roliça, tornou-se obra de arte n’alguma madeira com modos... Pintaram-na de amarela hepatálgica, feitas as nuances breves para adocicar os deslizes. 
Valorado pecado das tintas no dorso pecaminoso da Babilônia. Sob a penúria do risco, a tela honra os manjares para pensamentos adornados. A corda se solta do pião medroso deixando-o cair inocentemente sobre algo hipnoticamente duro; disto se foram as sobras descritas no novo.
- Com a cruz finalizada nos lábios, as beatas se afastam correndo pela ladeira a baixo após ouvirem os roubados badalares dos sinos de Gargantua. Estava anunciado o matrimônio incestuoso entre os irmãos Fiansailles e Fiantailles.