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O segredo da Lagoa da Pedra

A senhora cá presente acumulava promessas corpóreas de era uma vez. Ouviu quem não a esqueceu na submersa camuflagem argilosa; mas, quem sabe, tentou escrever a incolor estada dos córregos.
Boa lábia desta que soube contorcer consequências nas sombras. Ria frente à crença da propina num futuro ansiado por sobrevivência. A senhora cá presente contornou manualmente as linhas, os encarnados montes, e apontou os esbranquiçados caminhos pelos quais traduziriam a caricatura de um mapa corrigível. A experiência foi digerida pelo passado já confirmado e escutado pela apatia – a parte secreta que viveria opõe-se com o monólogo evasivo de luz.
A senhora cá presente é toda gota! Desde os ralos expurgos que carregam a fadiga dos vermes aos escorregadios ascos encontrados em sua boca. As mãos desta senhora não teme esconder os tremores... Muito demonstra os pavores ao arrastar seu povo deglutido...
Você soube daquele mergulho na pedra? Foi um castigo de mãe, apenas de mãe, no canto-mundo entre as eternidades... Dita o constante segredo a anosa narrativa adornada d’ouro. A história imerge-se até as pedras curiosas de humanos...

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