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Pela gente

Ensina o sentimento às crianças para que logo o tenham. Sabemos que é fácil pegar um amor e chorar. Concluímos que o interativo conhecimento nos será crítico – todo o sempre – na criação do problemático personagem.
Quão formal e respeitoso o ritmo de pessoa! É um âmbito corporal comunicada na oculta linguagem do pensamento. Assiste ao filme clássico esquecendo tua historia: veste o figurino, porém; e narra-te paralelo aos documentos incorporados pela tua idêntica arte (ou intérprete).
Leitura ensaiada sobreposta na conversa entre os alheios e os adquiridos... Qual a melhor forma de en(si)(ce)nar? A entrevista feita de pessoa a pessoa durante as cabisbaixas ruas, questionando o que saberia sobre o outro...
Vamos partir da estética, na linha horizonte, argumentando com desejo final a paranóia social. De cara com a patologia histórica – interior e exterior – um homem forjado por estes elementos discursa consigo o desconhecido... A tecnologia do “eu” íntimo pelo ponto de vista da memória – conto da vida aprisionada ao se auto-observar na escuta! Qual a precisão de nossas impressões? – A aparência nos suspeita para ser. O contato com o interior, uma fenomenologia... O que é o oculto? – A desconfiança; resposta na vontade de controlar o outro ou no arguto medo de ser controlado... Aprende-se.

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Prefiro uísque, ela vinho: a verve metafórica das idades

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Entre amigas: a passividade do possível

Saímos e vagamos de Biquíni Cavadão: porque só isso nos restava após doze períodos de aula - uma preguiça à domingo, porque só isso nos restava enquanto a cidade morria mais um pouco. Fomos de chuva, à poça, à calçada quebrada, como Elis e Tom, ao fim do caminho. Um bar vagabundo e qualquer que vendesse um litro de Polar a seis reais. A luz da cidade apagou, e o bar, diferente dos sertanejos, desculpou-se e começou a gargalhar. Localizávamos no fim esconderijo do local, cobertas por aforismos filosóficos-literários, com Platão e Aristóteles somados a duas Polar sobre a mesa. O assunto do impossível ocorre:
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M: Lembro-me de Quenau quando dizes isto. Ouve: A História é a ciência da infelicidade dos homens...
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Puseram a culpa

Puseram a culpa na pedra. Nesta que a água tanto bate até que fura. Nesta que Drummond encontrou poesia pelo caminho. Nesta pela qual João Cabral construiu sua educação.
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A vegetação morre, a pedra ali espera. É iludida. Não tem consciência da morte. Tem como companhia o dia, a noite e todo sentimento que se despede. A pedra ali espera. Uma lufa lhe acaricia nunca a deixando só.
A sós com sua rija confiança, o elemento cinza, pesaroso ao olhar dos outros, não elenca na sua cegueira quem nela se deposita. Machuca, às vezes, quem a ela chuta, por pura educação primitiva de ser pedra.
Bem sabe ela do tempo. Não mais respira, mas aguarda e inspira. Morte dos outros apenas... Os minerais de Augusto dos Anjos já a permanecem sem que ela nasça. Os…