sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Soft you now!

Olhas-me com a desconfiança de Panurge, mas sei que não recusarás o que te aproveito; assim, dizendo em cálidas palavras um toque de cálice, ambas sensíveis e encarnadas. Quem seria o personagem enroscado entre as pernas? Duras penas são serviços de agrado no que me calaste...
No que é matéria, o completo se adorna do invisível pulsado – relembra a sede para que nada siga. A conversa que se acalme nesta disposta consequência dos genes! Roda, caminho íngreme, és o alcance que me abraça. Não me peças a volta da recordação, embora fite a saudade.
Paisagem descrita no teu zelo cuja linguagem colore a ira e a felicidade: Eu, tu, cá, lá, o palhaço a lavar sua excêntrica maquiagem com as próprias lágrimas. Dramático infinito de insaciável soma; criadouro e matina – seja o definitivo semblante permitido, visaste tu. Intrépida risada qualificada em minha armadura desprendida do dorso!
Pleno término teu! O movimento da face agonizante pede a comparsa fissura de minha destra. Uma tenra e solidária liberdade braçal que te acolhe impedindo a álgida braveza deste clima. És manso e imperioso, enfermidade sem vontade de cura. Bramidos, deleito, o que seriam? – Ai!