sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Motivo e...

Just a mouth confess... (Imagem: Larissa Pujol) 
 Isto é o que você avalia em minhas palpitações. Juro que a um leigo passaria despercebido apenas o sorriso conhecido, mas não entendível... No entanto, a você permanece o que na solidão ouço. Sou seu estudo que pouco me interessou!
Descobriu?! Em meus rabiscos e palavras marginais aquilo que me negava assumir?! A primeira alternativa sem desvio é a visão; e seu estímulo é sentir antecipadamente. Veja, pois, por qual vias sanguíneas escorrem e sobem ladeiras de sístoles e diástoles alegres e austeras. Temi a fraqueza quando descobrissem, contudo muitos afagos se perderam em minha inflexível respiração. Os ensinamentos passados, minha parede de peito!
Um todo cru você descobriu!
Se [me] calo, a pergunta é a sua educação. Se [me] pronuncio, o assunto é nosso caso... Sabia que me ocorreu acreditar nesse oculto apetite? ...Escondido em paisagísticas faces no envolvimento d’um beijo... Suspeito em qualquer cena deixada à responsabilidade d’um pâncreas adoçado... Quem me confessou e ensinou tal tese [já] havia debilitado sua emoção.
Certo, você me convenceu! Agora presencie partes de mim surgindo de armários, estantes e gavetas...