sexta-feira, 30 de novembro de 2012

À estrofe de Byafra

A razão, em vista da pena, rascunha a cabeça de detalhes que se fazem veracidade na culminância plena d’um descanso exilado em si. O perfeito se torna um ponto próprio-clerical e os joelhos se rendem ao solo limite de sua entrega... Ensinar a este racional sermão que as (con)sequências das imagens são permissivas em relação à querida letra falada, sobressalta a conduta infinita deste grande plano que Davi mirou...
Feixes de luz contam raízes sentenciais enquanto a patética ligação das retas dera o xeque-mate no dedo incisivo. É dizer, o ganho a contar o corpo que cá bem invoca o derrame escuro do véu no canto triste da viuvez a ninar... As cigarras secas amanhecem sob os acordes de distintos chamados, talvez felizes, avisando que chegou outro dia de verdade.
Acontece, com um espírito e outro, o assombro desta dúvida nas paredes do instinto... Larga-se à deriva d’um abraço a carente rubrica de Ícaro no pensamento qualquer... A copular-se nesta orla estão meu santo forte e minha carne fraca...