sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Grunge

Acostumava a boa idéia com jogos e traquinagens, um gosto saudável de moleque... Sorri à pintura, mas derrete as minhas tintas nas paisagens que queira construir entre árvores, pernas, preto e branco...
Versava conversava a arguta sugestão de moleque colocando a sua habilidade ventríloqua no escorrer dos dedos pelas costas... Imitava a crença e em seu colo adormecia a boneca com mimos de proteção... Consolidada a maquilagem para o efeito, contenhamos a persuasiva comodidade da ilusão – este, por fim, abraço vivo da juventude até que a cara caia!
A resistência de sentimentos consentiu a bárbara aparição dos escrúpulos; somos a beleza do adeus, corrigida conformidade vivida. Obedece ao crivo solitário a nossa lisura aproveitada de corpo... Sem beijo recorrente, a estória participou seu fim deitando-se entre nós como criança medrosa... Pesadelo também é sonho, monstros são revestidos de pele, e amamos com o dever da culpa! Desperte com cuidado...