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Codinome Realidade

Questiona, a jovenzinha, sobre o fato de sonhar... Motivo para apalpar a atmosfera invisível arriscando macular as asas na moldura de dimensões incertas em sua total conseqüência...
Cabelos virgens ao ponto de as madeixas guardarem sob elas os lábios pequenos e parte da fina pele mimada pela mãe. Um ouro não a aconselha, apenas oferece sol ao beijo. Tal paz, de complexa sobrevivência, pressente o rigor do dia e diz para o abraço distante que a noite carregará o fardo pensamento...
Aprazer-se-á em seu colo a filha de pano, maleável e de obediente sorriso mesmo quando esquecida na idade. Estas pernas têxteis andam, hoje, por suas mãos cheias de feminino, que apalpam novamente a dimensão do ar, desafiam a densa água e arriscam a força. Certa a abertura alada da pergunta, confirma-se a diferente estada daqui a pouco – aquele degrau desaba, mas o outro por construir suportará seus saltitantes impulsos (curiosos).
O significado da senha destina o caminho da jovenzinha. Embora em minúsculo adjetivo, ela consegue descobrir ninhos enquanto o alimento da vontade lhe provém o saber; talvez, agora, se aponte a resposta.

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A sós com sua rija confiança, o elemento cinza, pesaroso ao olhar dos outros, não elenca na sua cegueira quem nela se deposita. Machuca, às vezes, quem a ela chuta, por pura educação primitiva de ser pedra.
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