sexta-feira, 8 de março de 2013

Do sujeito

O predicado por vezes envaidece a simulada incapacidade. Um elogio adianta ao cúmulo esperto a decisiva cara mostrada. Não se compadece a criação maquilada de tais coleções intituladas sapientes. Carece de luta, meu caro, e de sinceridade.
As flechas de concessão atravessam o mural que estima a tua tolice! Cabeça por cabeça, os pareceres não se fazem felizes, tampouco te mencionam – desejam viver. Traidor de si, o talho adula a suavidade da pele espalhada na correnteza – elo por elo, o vermelho círculo aproveita o terreno.
Acata, pois, esta voz que ora aterra, ora alegra, ora um pouco mais te domina. Realmente ela se define em pontos remendados de palavras... Espera-as (todas) sem receio, pois os males são teus, e bem fingidos compreendem a possível confusão da verdade...
Expectativas em tão pouca experiência, ainda que persista a imitação do otimismo, não importa, dizem respeito à união das lágrimas! Compreensão dos valores, quiçá não conhecidos, um a sua vez, a colecionar universos. O natural chega ao seu fundamento isolado.