sexta-feira, 26 de abril de 2013

A particular afirmativa

Silêncio... Eis a solução às suas polêmicas! Não há vida que se compadeça das respostas miúdas – desta, somente a morte parte a sua definição. Se adiantar, ao certo, a disposta ironia da fluente ignorância, assim, ignorada à guisa da compreensão calada, pagaremos tributos ao respeito...
A redoma ameaça tem o mesmo ataque, a pacífica preocupação. Não obstante, a diluída análise do óbvio e normal faz a vez oculta do pesadelo. Avista o baixo entre os olhos, logo, à marteladas a cabeça do prego é fixa nesta fileira... Acaba por ser alheio o sufoco – e a sua escravidão.
Deixa-se, então, o deleito que nos assiste, e nós ao outro deleito, persuadir através do tenro afago. Repousará, talvez, o favorecimento próprio no meio paupérrimo e limitado d’outro. A razão inverteu a extensão! Embora universal, quantas migalhas valem a idéia de ser?! A implicância humana com numerosos elementos, ali fora, aplicando a si senão uma parte dos seres para restringir-se...
Compreensível representação superior na diversa espécie. Esta, toda a idéia que contém indivíduos! Do ponto de vista perfeito é oriunda a adequação do objeto na certeza do espírito... Disse o que é com regras de exceção... O ato confirma, portanto, alguma coisa d’outra – a cópula julgada decompõe, nesta proposição, o atributo.