sexta-feira, 24 de maio de 2013

Le jeu de (homme) société

Rolar os dados, dar a partida. Sou a peça de casa a casa! Movida à mão, avanço ou retrocedo neste labirinto circunstante... Ponho-me na tua vez, talvez sem ganho, porém sem engano, por toda a mesa da estratégia. Andei pelos motivos de alegria, algum dia pulei para te esquivar da solidão, embora desconfies.
Não é momento de voltar, deixa o outro pensar em tua derrota. Os números são dados de rotina, apenas estes se concedem os zeros, perdoam e se fingem de mortos. Quase me jogaste, ora, no castigo do tempo... Casa a casa, não sou a dona, mas a janela! Blefe das horas, pontos... de estrelas.
Acaba-te por vencer a nudez de tua jogada... A subliminar tentativa do que tudo é ganho, observa-se. O risco na conta dos valores. Pediste, abre o tabuleiro! – Abrindo-me em pinos, dados e labirintos... E mensagens de mãos em mãos, de casa a casa, para ataque ou desprezo... Chances de fé.