sexta-feira, 10 de maio de 2013

Para a guerra sarar

A luta tem cerne doente! Tem ânsia de volta; à nossa casa retorna o punho fechado da revolta. O espelho não tem classe, não mede o conforto do lado contrário e tampouco pede calma frente à própria cara.
Vivamos um pouco de tudo isso, digo que me poupo da face hipócrita após o beijo... Ainda escolho. Vivamos um pouco toda doença! Este consciente outro sedutor social... Recolhida nos braços, a criança observa o (seu) porquê desprotegido num tempo quebradiço e adiantado de futuro; a vida da morte num epitáfio abençoado.
Não há dor sofrível perante a esperança do paraíso – qualquer corte é anestesia num já fragmentado corpo de mágoa. Apagado o dia como a vida horária da borboleta – o vôo detrás do arbusto avança sua ida... No horizonte a mesma linha pintada à negra e espessa sombra está em meus olhos.
Esgotaram-se suas vinganças e as honras entregues àqueles que melhor poderiam enfrentá-lo. As faces seguem inteiras, percebidas e despedidas conforme a sobrevivência. Comprando o limite de dias melhores, o homem se enquadra na fotografia... De corpo inteiro, picou o próprio papel.