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Entre nus

Repousa sobre o peito a textura calma e bela, mas retirada da vida para objeto a pedir proteção... À mesma altura do imo, ela deferiu-se nas camadas além do seu próprio beijo – seco escorre também a lágrima d’algum poder.
Palpitação nua, de tentáculos segundos que se agarram à frágil exalante figura mortuária e amorosa. Seu nome, curto remorso perante o corpo trêmulo, pronuncio com suavidade plena... Foi-se o rosto n’outro na estiagem! Abre a pele d’alma conforme a cumplicidade do sentimento...
Escrava bondade recolhida entre os nus desvios da incessante busca. Não mais permaneceu ali, pétala rolada ao começo de tudo, do som, da pergunta, do verbo. Retorna, pois, os passos únicos no meio da multidão – e só os seus para mim!
Perderam-se as texturas, poros entre povos, vida entre morte, como todas as vezes que respiramos...  Repousando em meu peito, disse-me a flor: acolho na descida, cubro a partida – é o que minha face avisa; e no romantismo do vento, abrevio.

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Que de boba eu não tenho um mínimo provérbio, apenas resisto. Amigo-me confortável no resquício laborioso igualmente assistido à sua palavra... Um fenômeno desfragmentado na sua verve sofista que mais crio a nós duas, futuramente.
Resistência: ela não quer. Desistência: ela me procura. Sigo-a. Ela fecha a porta. Não me deixa entrar.
Tenho de continuar a resposta para os lados... Não é o mesmo lugar quando outra se adora sobre o…