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A abertura do manto

O ar das cores, o arco pleno e distante – adornos d’áurea avistada em qualquer fruto – são os passos das estações nestas faces ambientes e reproduzidas. Versos se diluem semelhantes às nuvens concluídas nos pés selvagens e líquidos de todo um ser.
No solo, o plano de sua imagem verticaliza o infinito enquanto o pensamos e o carregamos na comunicável extensão tênue do bem passado que resta... Indaga a passagem em suas reticências o olhar cativo da metáfora dita. Somos respostas atraentes do que virá – esta frente enérgica, aflorada e harmoniosa de cada pouco descrito.
Sinta atrocidade ou longevidade, um beijo de paz sempre corromperá a derme d’alma sob o poema cego. O pensamento, como crisol, prova sua prata visionária da lua; e em seu ponto sincero, foca a cintilante alvura dos ventos que desviam a primavera com seu véu furtado das lágrimas...
A luz exaurida sobre o eterno repouso completa a cinza circunspecta ao nosso redor. Branda maturidade que estende seus braços por detrás do apaziguamento confesso.

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Que de boba eu não tenho um mínimo provérbio, apenas resisto. Amigo-me confortável no resquício laborioso igualmente assistido à sua palavra... Um fenômeno desfragmentado na sua verve sofista que mais crio a nós duas, futuramente.
Resistência: ela não quer. Desistência: ela me procura. Sigo-a. Ela fecha a porta. Não me deixa entrar.
Tenho de continuar a resposta para os lados... Não é o mesmo lugar quando outra se adora sobre o…