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Sob a janela

Alguém sai da boca sem ordem ou juízo. De corpo atrapalhado, a insana sentença brinca sua verdade esgueirando restos de decisões enumeradas. Maduro pomar à frente que anseia à própria composição faminta provocada por sua quietude e seus gestos de queda e de prontidão... Enquanto há templo sob o corpo, confesso o vigor solitário e imenso ao contemplá-lo na boca com cores delicadas de vento-norte.
Um desespero aplaca o vestido adornando o ar ou, talvez, o ânimo. Qualidade afável na agitação das definições. Entende-se, arrisca-se imerso no espírito, ora na áspera boa lembrança, o sorriso cativo e arisco que abandona a palavra e se preenche de singulares percepções.
Vísceras: os momentos já as experimentaram na introspecção de encontrar algo único a se dedicar. Com cotidiano somos tingidos à existência opaca e orquestrados sem eco e ruído. A casa nos eleva em seu contexto solitário eufemístico. As fagulhas de cólera se antecipam neste acúmulo de pronomes, impropérios contra a falta de um si sofisticado ou nunca criado.
O ditado se exaspera avesso àquele solitário de mirrada companhia própria. Legião de poses dispersas em caras e frutos infinitos em qualquer fome suportada. Não fora negada a mordida, tampouco a cálida continuação promissora de si.

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Que de boba eu não tenho um mínimo provérbio, apenas resisto. Amigo-me confortável no resquício laborioso igualmente assistido à sua palavra... Um fenômeno desfragmentado na sua verve sofista que mais crio a nós duas, futuramente.
Resistência: ela não quer. Desistência: ela me procura. Sigo-a. Ela fecha a porta. Não me deixa entrar.
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