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Formato transitivo

Em tecidos se multiplicam os outros em si, na modelagem prometida e ideal. Solidão, sincera companheira, brinda as enroscadas carências de tantos clímax e argumentos pressupostos sem vergonha alguma. É dizer, flagrar-se habitando seu imo sem desgosto e inspirando a certeza permanente, mas material dos genes e dos apertos das mãos...
Que depressa valerá a pena, porém, o alento pulsante, quiçá histérico, de todos os símbolos que nos encobrem com suas taxas e ícones místicos ao cruzar a estrada. A estranheza pudica traça seres agressivos na potência de existir, posto que faça bem à postura vertical e à difusa ordem e insegurança. Debaixo da pele está o adereço contornado do nascimento, cuja tradução surreal se faz solidária e combatente da ordem isolada e dosada.
O conforto se imiscui na procedência das criaturas deleitáveis. À espreita de minguados feixes sorridentes, se convém os fins ávidos da própria atenção... O som não se emite durante o pretenso instante de busca, pois dirigiu-se ao esquecimento mórbido das conquistas em desuso. A qualquer valor nossa casa se elucida cômoda da certeza e habitada pelos cômodos de portas desavergonhadas à chave. Cada utensílio pessoal serve de adorno à loucura.

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Prefiro uísque, ela vinho: a verve metafórica das idades

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Puseram a culpa

Puseram a culpa na pedra. Nesta que a água tanto bate até que fura. Nesta que Drummond encontrou poesia pelo caminho. Nesta pela qual João Cabral construiu sua educação.
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A sós com sua rija confiança, o elemento cinza, pesaroso ao olhar dos outros, não elenca na sua cegueira quem nela se deposita. Machuca, às vezes, quem a ela chuta, por pura educação primitiva de ser pedra.
Bem sabe ela do tempo. Não mais respira, mas aguarda e inspira. Morte dos outros apenas... Os minerais de Augusto dos Anjos já a permanecem sem que ela nasça. Os…