sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Belvedere

Permanecem os riscos na sofreguidão que nos fricciona. Qual é o nada circundante, este prisioneiro em meados juvenis do bem? Subiu o monte aquele crente confesso... Dormitou a lagarta enquanto paisagem... Rascunhou o carvão durante o corpo. As escolhas de um vão venoso (apenas) não se sentem; foram-se descobertas e partidas, arrumando ventanias.
A porta gentilmente aberta pelo mordomo nomeado à figura castrada recebe a temperança para contar sua epopéia cristalina. Os candelabros, ora iluminam, ora ofuscam conforme o sopro ansioso dos demais, entre eles, um meliante buquê másculo. É a fábula d’um bem sequer fracassado, servindo escudo ladino ao velório... – Vigia a criança.
Disse o santo sanguíneo que o objeto flutua em consciência. Sobre os outros que nascem e se dispam e se dissipam. A cabeça concluída se fez larva num total fetichista – eis a sombra fingida, quando germinada, acusa o rapto ilustre do repouso.
Qual postura vingada supre a demência de Parmênides? Qualquer severa apatia cuja natural verdade doou seu monstro. Algum caso satisfatório persuade o mago desaconselhado de poderes. Foi a investigação ou o ser a desafiar? Acostumaram-se.