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Berço d'outono

Levante suas armas como se levantasse suas lentes escuras. Admire a catarse defesa dos amigos reduzidos. Pretendia a constelação respirada o desencontro já passado na áurea despedida... Não, ao menos afirma a paisagem que nos permite macular um mundo.
Criados em berço d’outono, nossa mãe possui o grito da sorte. Sem desvio, a luz é apenas dos olhos – uma cara tão linda – descobrindo a estúpida derrocada das costas... Outra condição vaidosa do astro e a mendicante afeição se presenteiam sendo o bom entretenimento pior.
Uma bênção arejada de lâminas, ares do meu tabaco reiterando a face que possui e que me deixa socorrer. Adulterada está a luz calculista e cúmplice da pretensão... São dos ares o tempo e a expressão: foi-se um deles regressando ao ponto d’agulha que furou a estação.
Encabeçou o plano formulando o álgido mel entre os colibris... O segredo se fez solo quando prendia a lucidez. Luzida nuvem aguada no bom destilar do rosto; uma intenção desperdiçou a flor viva no canto, mas sonoro, da camuflagem. Coincidência, nossa face. Mães possuem o grito da sorte...

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Que de boba eu não tenho um mínimo provérbio, apenas resisto. Amigo-me confortável no resquício laborioso igualmente assistido à sua palavra... Um fenômeno desfragmentado na sua verve sofista que mais crio a nós duas, futuramente.
Resistência: ela não quer. Desistência: ela me procura. Sigo-a. Ela fecha a porta. Não me deixa entrar.
Tenho de continuar a resposta para os lados... Não é o mesmo lugar quando outra se adora sobre o…