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E este vão...

Num suspiro brando quis-se o ocaso, quis-se com ele a alvura d’alma pressagia naquela porta cantada. As ditas semelhanças não mais se incluíram em olhares claros à rima dos corpos. Decompõem-se algumas verborragias declaradas cuja antiguidade fora a matéria buscada... Fósseis de fomos, um ataúde completo de gargantas pulsadas enquanto lá, um dia, se correra. Ao Deus plácido que nos inspirou de peito, chega-se à casa amorosa, porém distinta e alheia. Desabitada e infinda. Golpeada em nós e em nós atendida.
Que loucura receberia? A partida? O indício malévolo soado na campainha desta arquitetura condenada, flagrada frente à catedral séria e de vigilante altitude... O grau d’Aurora desalinha a marcada hora; não obstante, poderá garantir o terreno há pouco escondido na liberdade.
Tem-se faminto qualquer animal de espelho carnoso! A crendice que se joga suicida em sua criada armadilha logo é amparada na sua própria solidez (acompanhada de diversos rastros). Cobrira, pois, os riscos já idos de frescas e de imponência zelosa para o mesmo retorno...

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Contagem regressiva (e cíclica como o pesar de que a vida tem que continuar)

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Improviso e emoções alheias

A noite passada sonhei com ela. Despertei e ficou aquela sensação de pseudo-esquecimento. Não tenho pensado nela, mas parece que alguma parte inconsciente insiste em mantê-la por perto. Acredito que, por vezes, a mente crudelíssima e o coração – misérrimo coitado – carregam a culpa.  Levei o gosto da injustiça e da contrariedade do tempo, por todo o dia, na boca e no processo digestório. Cheguei à minha casa e mantive as luzes apagadas. No entanto, a posição do saxofone, do microfone e da caixa de som no meu quarto sempre encontra e reflete qualquer raio de poste, de grades, de vizinhos, de luas. É propositalmente poético, eu sei. Tenho competência ao arquitetar emoção. Dirigi-me até o sax e cantarolei uma canção qualquer entremeando ainda em pé o dígito de algumas notas. Não era hora de tocar, quer dizer, mas eu gosto. Quem não? Apenas não sinto segurança, faço-o escondida e sozinha porque – creio que mais pela raridade que pela afinação – sempre que me apresento em público vira um …