sexta-feira, 21 de março de 2014

Grânulos

Espera-se a condição rabiscada do seu final. A recordação se desgasta na proteção maior e covarde, digna de sua derivada avaria: desnecessários braços ao imenso plano.
Queríamos ver a roda personagem num meio extremo de rendição. Entusiasmo só entre a tolice da casa branda; e mirando a rosa perpetuada, a hora ninfa acolhe-o na sua maternidade original... Cada paz com sua sinestesia. Amálgama de sentido solitário e incômodo aos sóis enumerados na pedra...
Ouvidos para o clamor do anfitrião e abraço para a ansiedade dos amigos... Ao giro completo, meninos jogam nostalgia sobre as peças faltantes. Não esqueceríamos, portanto, a vicissitude comprazida em nosso próprio desgaste, mas de renomado assunto a nos aspirar juventude.
Leríamos segredos nos sons mensageiros. Ar de tudo, o canto escondido ou rimado, masoquismo d’um rouxinol qualquer a procurar o caminho conforme o audível frio... Eis o corado infinito a nos içar em suas árvores carregadas de socorro...