sexta-feira, 4 de abril de 2014

Dos começos alados

Uma "DR" fotografável... (Imagem: Larissa Pujol)
O passo espalhado, caros filhos... Hoje, por alguns, relutado, negado, renegado a si talvez por representar um retorno ao diminuto iludido que fizeram juntando heróis e planos acima do ser pessoa. Por ora, apenas sentidos próprios entre ambos num labirinto confesso. Chamar-se-ão de termos que lhes caibam toda amplitude amada e vivida; calar-se-ão de palavras que a nada-realidade se refere, pois descansam sobre a verdadeira maneira de estar encaixados mundo a mundo...
Aquele sorriso do peito, caros filhos, que o crescimento palpita nas suas infantas peles a se harmonizarem com a solidão divida e platônica no que o outro respira... E do que precisa? Um recanto preferido por vocês, caros filhos, cujo externo que os criou - e ainda o faz - agora confie a certeza imposta de sedução angelical.
Ah, caros filhos, entre jogos ou recusas, a camuflada despedida deixa um recado para a sua próxima chegada. O protagonista revoluciona a si cercando suas próprias margens – vê-se o aquário criado entre as bocas dos meus filhos... E mais tarde, no enlace a qualquer elemento perdido, quererão voltar a tudo que lhes faça espaço. Lindo comum do instante sempre; o prólogo consentido e paralisante da beleza moça de se enamorar...