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Das escusas padecidas

Nivelar o discurso na qualidade obtusa dos olhos. Durante o rosto, lá vagueia na porta da estranheza a longa haste decadente, equilibrada entre um suspiro e outro imiscuído dia expirado.
É o frio a fragmentar o fogo que mais nítida reage perante seu açoite... E a pele alva de fissuras lembradas se acoberta no fantasma esfumaçado de meu imo. A quem se refere o espectro dono perfumado da flama sugada? Uma estimação caridosa, humana na condição do vício, e diferente oportuna no que concerne a direção da brisa chocada.
Furtada, a tristeza se esmiúça aniquilada de suas vestes. A moça-verve, porém, amiúde, não traveste sua idade pedante pelas frentes que a esperam, mas de sentir das confusões pelas gentes... Honesta consigo mesma nesta parede adornada de obras suas imaginadas por alheios, à visita fora apresentada a finalidade de não estar ali. Espírito este que a proposta sôfrega inspira, queima, destrói, e abandona sem crime perfeito. O que alguma vez se aconteceu mãe, entenderá a sombra dispersa nas escusas vontades d’um ser transbordado. Sujeito chamejante e líquido cortante assassino de seu próprio achado menor: objeto.

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Prefiro uísque, ela vinho: a verve metafórica das idades

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Puseram a culpa

Puseram a culpa na pedra. Nesta que a água tanto bate até que fura. Nesta que Drummond encontrou poesia pelo caminho. Nesta pela qual João Cabral construiu sua educação.
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Bem sabe ela do tempo. Não mais respira, mas aguarda e inspira. Morte dos outros apenas... Os minerais de Augusto dos Anjos já a permanecem sem que ela nasça. Os…