sexta-feira, 30 de maio de 2014

Um rastro d'atmosfera

As nuvens criadas sobre o leito aliciador assim ostentam suas sombras da terra onde está Baco. Subjacente à renúncia camuflada no arrepio, culmina naquelas o dilema incinerado na sofreguidão de sua crueza... Na antevéspera do respiro, os brancos ares ao alto alegavam a polidez gélida de Anaxímenes, visto que todo plácido sobrevivido fartaria seus encômios.
Lençóis canhestros enfeixam a liberdade impávida com amor e rubricam intimidade. No que transparecia o âmago, abdicava-se a matéria em seu próprio terreno... À desforra flutuante se entronizava!, mas a ordem de suas ilações não mais arremetiam o jogo inerte e prosaico... Este referendou a argúcia da volta inexpugnável.
Repouso condescendente ao paradoxo que se isola n’algum proscênio. Talvez revelasse o seu epíteto ensimesmado no inequívoco... Casos expiáveis insuflavam com ternura os fios que acolhem olhos deslizantes sobre o caminho de mim... A alvura valsada trabalha para uma cama imaginária alheia, cuja figura esbatida valeria o sempre do faz tempo nos furtos do presente cometido. A forma cifrada se isolou no gosto, e este jamais confrangeria os exórdios que em minha boca se completam...