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Delgado

Tecido preto encobre o fraco vermelho. Aos olhos alheios parece-lhes que choveu ou que se destrói a pele no altivo suor. Tecido preto não escolhe estampa... É belo e forte no cândido escondido... Figura interna pinçada a moldes criativos ou nostálgicos do que se consome...
A selvageria ouriça a pele sob o tecido preto. A mãe a acalma tentando passar por isso, mas a armadura têxtil suporta melhor. Cortou-se entre os segundos da sombra, entre os vãos cosidos e puxados. Fraco fio a vida conserva... Só de amores fica e espia os seus novos amores... Por todo o tempo, a imortalidade continua sendo uma criança.
Não anda, galopeia entre os sexos. Serve a comida com intuito de querer... Desliza o exagero de todas as doenças... Ninguém percebeu o liga-ponto desses cortes. Remendos compreendidos no deleite que a ampara. Sortilégios arrebatados da culpa sem suspeitos... Despedida içada na vela de um náufrago suspiro... A covardia é jovem.
O pranto alcança a boca... Quando desperta o tempo já foi; e se fosse apenas saudade... Mas continuam a lhe contar... A cada corte frisa a calma passageira da vida. Tecido das mesmas intimidades.

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É uma oração! Clamo à Resistência na súplica a fim de que esse deus se convença e se infernize mais com o meu pensamento nela... Mas mais do ínferno satiriza-se o erro de não lhe falar... Mas não... A Resistência é a sabotagem da razão; um deus dela mesma que desta cruz na abertura dos seus braços a me saudar, eu fujo.
Que de boba eu não tenho um mínimo provérbio, apenas resisto. Amigo-me confortável no resquício laborioso igualmente assistido à sua palavra... Um fenômeno desfragmentado na sua verve sofista que mais crio a nós duas, futuramente.
Resistência: ela não quer. Desistência: ela me procura. Sigo-a. Ela fecha a porta. Não me deixa entrar.
Tenho de continuar a resposta para os lados... Não é o mesmo lugar quando outra se adora sobre o…