sexta-feira, 4 de julho de 2014

Espectro marginal

É de cores a saliva entre as lacunas da arte subsolo! Sou fascículo entre dois envoltos de labirinto perdido ao encontro oculto em excesso. Cria à crença experiente de chavões a felicitação por estar saudoso... Um espaço crático ora ao papel da imagem corrente à parada do olhar santo. Móvel custo da idade cujos pelos aquecem-nos ao feitio animal da nudez; nela trituradas as descosidas têxteis narradas, antes rascunhadas, na vigília das rendas...
Contadas ao escuro calado dos gracejos, as águas-estórias recolhem em seu infindo baixo as serpentes de pernas ideais do artista edênico. Os fantasmas rumorejam frente às rosas cheirando à frescura úmida das vestes íntimas... Jaze a una cor, no princípio.
Vermes que partilham sítios propedêuticos versados em velhos silogismos. A partida de andada e particípio: agoniza o molde trimorfo alienado no sobejo nada hipócrita do rato. Ao caso, gotejam das visões os espelhos... Enfezou-se a distorcida tarefa de retornar ao contorno aquém do entendido liberto mais que o amor.