sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Pela luz dos... "olhares da verdade"

Preferi descansar a correção...

Num pingo de solidão ali permanece o compêndio da sua bondosa figura a concentrar a própria tarefa de acreditar entre verdades. Imaginação também é sua verdade, e mesmo num momento de passagem, somaram-se tantas partículas por ela percebidas em seu evidente silêncio externo, ao fundo do preenchido alarido das conversas e bizarras atitudes alheias – e estes outros, assim, não criaram atenção...
Ela é daquelas peças de pequeno-arquiteto: riscada tijolinho por  tijolinho, janelinha por janelinha, porta por porta. Moldada à telhadinho. Sonhos, penso, do seu retraído balanço na carteira durante a escrita que me a relembra. No entanto, ela os joga ao perdido e vingador esquecimento que cresce consigo. Curioso grão da realidade a ser possuído por sua atenção às gotas. Embevecido refrão a cada letra das maravilhas ao seu redor... Harmonia corre em meus olhos aludindo o paralelo a cada ponto.
Verdade sua, vida a vida, ela personifica ao texto. A pena sábia da história crê na diferente busca. Leve sopro de palavras que dela eu leio e me permito compreender a conquista corajosa de viver, desde o fraco galho d’uma árvore ao objeto mais notório e adorado.
Agradeço-te, minha cara aluna-filha, pela paz compreendida...