sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Sedimentar vênus

Concreto que ao corpo acoberta entre os verdes suspiros afora. Fantasia-se a história de véus. Sobe-se como sentimentos, espiando janela por frestas. Colhe-se folhas e pedras, pensando na evolução sem ao menos preservar o evoluído...
Cores são vistas e prescritas a cada curiosidade. O céu mesmo, as cores tranquilas e pingadas, as mesmas. Qualquer visão ao alto esperançoso se pensa no vazio da escuridão... Quem também esperou sentindo-se diferente, porém comum? Monstro de fraco sopro na corrente do Letes! Linhas finas em seu céu pouco de olhos consumiram sua natureza em números contados golpe a golpe.
Passou matéria de si, então, lá existia grande trabalho de sangue e patifarias de erros que insistiam na mudança, porém. Sentiu falta até esta ser ofuscada pelo grande assombro do muro conformado. Calor de outras belezas cruzou ângulos entre suas pestes, diluindo a terçã enfermidade. Remediou-se de bocas em seu solo.