sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Para o nosso dia, Saudade...


E ela se lançou às cegas para que seu prazer a amasse em braile... (Foto: Larissa Pujol)
“Para onde quiser”, designa a liberdade. No entanto, fique que eu fico um pouco mais atrás, cuidando-a... Combinados tempos de saudade para adorá-la cada vez mais. Não estou pouco além das fotografias suas... O meu lápis dela a tem em minhas mãos. Saudade: sentimento mais urgente que existe! Prezo-a por demais querê-la livre! Peripécias conhecidas, e ela já sabe que tomo conta, que as apreendo em todas as classes de seu rosto.
Quão longe aquela canção sintoma que pesa no centro da minha terra. A paixão saúda à noite o sol da vida. Bate de frente, fica na frente. Saída não tem compaixão até esgotarem-se todos os limites. Nunca mais, é o inteiro nela que me leva... A morte enlouquece em vida e com as mãos minhas baldeia mares com todo o apetite que mergulho a boca nela.
O coração se horizonta em dentro, de dentro que ela me carrega mirando na sorvida do chá. Ainda sou sua menina e sei d’onde ela vem. A gente prepara o fundo...