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O eufemismo nosso de cada dia

Constituímos as chances roladas dos dados. Números contínuos à sorte do encontro... Véspera de angústia na solidão que se avoluma... O singular, lançado fora, começa pelo barulho da dor em seu corpo: prestamos atenção na expectativa pontuada.
Peças de marfim se chocam para repelirem-se – eufemismo nosso – e logo repousam no mais confortável canto iludido que será rodado outra vez. Amenizemos o impacto ansioso entre uma das sortes. Minha e Tua são as soberbas para uma conclusão em que o desalento compete igualmente... Preciosas fases de toda natureza! E que dependência! Ajustes para desaprender a comunicação entre os egos – que eu te faço parte, e vice-versa!
Apostas de cabeças na carreira da evasão. Quem mais se afasta? A oferta fora dada com pungente ilusão, antiga de todos. Permitimos aqui a perda para fortuna extra de cada dia. Cadência que ainda impera no trabalho das formas, respondendo ao absurdo capaz. Estava, sim, o momento sadio perpetuando enquanto brinquedo. Mas surgiu efeito velho assim que o compromisso se objetivou...
– Então observo que a pele dela está perdendo o viço; e que a sua rotineira voz metalizada de professora me açoita. Até quando, até onde o trabalho limita o amor? Eu gosto dela, percebi. Percebi: apenas gosto.

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A sós com sua rija confiança, o elemento cinza, pesaroso ao olhar dos outros, não elenca na sua cegueira quem nela se deposita. Machuca, às vezes, quem a ela chuta, por pura educação primitiva de ser pedra.
Bem sabe ela do tempo. Não mais respira, mas aguarda e inspira. Morte dos outros apenas... Os minerais de Augusto dos Anjos já a permanecem sem que ela nasça. Os…