sexta-feira, 6 de março de 2015

Flagelo ególatra ao cuidar d’uma outra ser...

Não há conflito sem audácia. Preparar-se é bobagem crescida para a angústia infantil. O céu emancipou-se, então... E dele as vontades agora podem desabar conforme sua revolução. Ideal por que é cabível num minúsculo instante de corpo que somos, endeusado por que antes o outro farelo vestia utopia.
Saudoso carinho parental, dito para enfim afastar-se. Foi o beijo perdido nas moedas trocadas. Foi desejo sobrado nas amanhecidas migalhas que comíamos. Gente: uma promessa homônima! Caso averiguado, mas esquecido no peso fardo de não poder voar. Caiu. Ou, melhor, repousou para assistir ao pôr-do-sol... Um fenômeno que coube no céu, e que logo se dilui nas lágrimas estelares da escuridão.
Os meigos círculos brilharam antes. Ampliaram a lua tanto quanto a mulher. Soube atentar às palavras com guisa única da criação... Aconselhou o amor e teve severidade terna ao moldá-lo de si mesma. De mim, alguns incontáveis barros ela quebrou. Sim, ela tem força. Força o bastante para impulsionar os moinhos de vento na destreza da razão. Meros cúmplices resgatados no perfume que deixou ao se esfregar em meu peito... Julguei, portanto, o meu átomo de prospecto na sapiência do eremita. Na misantropia de sujeito, corrigi o sonho com o qual o humano ama, vista a possibilidade...