sexta-feira, 1 de maio de 2015

Extenso conforme...

Mesmo com as mãos frias ela escapa um dito saudoso de bem-querer. Não é, portanto, fantasia aquela passagem, a minha preferida, cujo semblante descrimina a suntuosidade de sua modelo.
Boca pequena do seu melhor sussurro. Aprendo logo a incrível habilidade na pele loquaz; e que de tão louca e vulgar, seu peito expande o significado de ela ser... Há por querê-la esta natureza morena, muito forte e perene até onde ela permite o fundamento do meu pranto. A palavra de sua enciclopédia comete antônimos de menina. Violenta com sua rosa o fraco sorriso que em mim adoece... Acaricia com verbos a vida que mente dizendo “sempre”. Somos o que pertencemos à angústia; no que respira a ida, uma ressalva.
Importante e contente o animal de si procura. Brada o mundo e solfeja a mulher – na cama em que a ouço e me despeço. O efeito, sua cor, seu braço num córrego-derme perfeito de luz acolhido ao fechar dos olhos. Cria, esta amada minha, o fato por suas rugas. Juíza camuflada por planos e panos que rasgam em qualquer saída de unha...
Existem quantos dias quentes para discutir, mais o porquê daquela roupa perfumada. Zelo que cabe no colo e na paranóia da experiência. O habitat de sua crença por fazer-me dela.