sexta-feira, 3 de julho de 2015

A hemorragia da civilização

As épocas não perturbam o sentido aguçado da dominação. Educados ferros, à sorte besta da cara, surpreendem camuflados por flores o corpo da pele curtida à primavera... A beleza suscita a crença vituperada da imagem. Aniquilada transcendência a qual dissimila nossos passos macios na expectativa.
Justificada conversa cuja regra à mescla de voz tudo dissipa frágil e superficial. A dificuldade do abraço – a fluidez do adeus –, o tudo que se planeja aumentando o quando até o derradeiro murmuro. Sem colheitas com os olhos enamorados, o sorriso é pretexto da carne no movimento coletivo... Executaram-se trechos de si entre a atmosfera e o entusiasmo. Verdade prolongada, seja de horrores que provam o sobressalto d’um formigueiro inepto enquanto faz-se pândega de fortaleza marchada.
O combate é a nostalgia do interesse. Projeto e amor são bases, com angústia, indefinidas, mas considerados da alma e da pura desordem sujeitada. A ortografia do estímulo imediatamente quer a coerência das linhas num escorrer estóico sanguíneo. Vem da energia o término do mar de si! Levou-se. Tímida e velada, a esperança se encosta calada no disfarce costumeiro das oposições. De vazio, a indiferença parece a ela mesma um cantinho habitual de frases absolutas... A voz remota se conteve e se assombrou no gole do vinho transformado. Sopesou da boca o entusiasmo beatífico.