sexta-feira, 8 de abril de 2016

Gôngula em papiro

O outono se despe, e a gente se veste... Foto: Larissa Pujol

Plácido, o outono se despe à essência da solidão característica. Visto-me no tanto de seu ocultismo a sentir leve frustração que purifique a dose da nostalgia. A casa, flagrante lembrança do caminho na relva, entristecia não me ser todas as partes; ou que todos os outonos não fossem um único outono, tal como as mulheres de Byron.
Acredito estar concentrada em um único objeto ao meu favor. Ter força imita, porém, algo que valha a pena. No fim aqueles que se escusam na excessiva chama de candeia tropeçam na guardada paz transcrita em luz. Reger-se pela escuridão tempestuosa e outonal restaura a visão à confiança da própria covardia burlando-a um pouco.
Ler como o outono ousa significar de si mesmo. Qualquer modo cumpre a missão limitada e virginal à inquieta emancipação do dilúvio. Morto como um inteiro, a hora psíquica do breu cuida o evento de pequenos cosmos sacudidos. Em seus lugares, a força que se sabe está referido aos outros de si em movimento...
Páginas têxteis idolatrando a dúvida sem sair antes de observar. Ah, tão contrária tal atitude da beleza, que raramente poucos a bebem dessa fonte. O outono beberia da nossa mente; todo prometido, mas franco velho inexplicável.