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Aliança


Observou a roda viva que no símbolo figurava-se o moinho de voltas triturantes. São órgãos e lágrimas à água movida para não apodrecer. Somos crianças e incertezas a partir do silêncio que a promessa do fim prospera.
Sem mais, vestidos de moça não ventam a roda viva. Se promete ela sambar, que faça em cima do meu caixão. A fita amarela de sol antigo e brasante com bravura desmancha a ternura da voz ansiada ao ler o nome dela ali escrito. É dizer, salva-vida n’algum expresso suspiro ao nascimento qualquer.
No alento, uma queixa resumida. Foi na sua espera a criação da minha desculpa. Um tempo ardiloso em que a poesia torna-se a rima da hipocrisia... Sonhou a esperança. Cantarolei Cartola inspirando-lhe confiança à sua responsabilidade. Dei-lhe liberdade. Ela compromissou a liberdade dada. Significou amor.
Um pêndulo à sorte do humor. Exclamação duradoura durante o reticente amanhã vindouro. Perante as mesmas águas movidas pelo moinho já tomamos decisões importantes no seu final à beira-mar. Transformamos períodos simples em questionamentos. Seguramos as mãos sabiamente fortalecidas contra os nãos. Seguramos as mãos sabiamente, não sacamos as armas.
Não cultuo a minha porção louca, mas também não a reprimo. Seria eu uma hipócrita se não deixasse qu’ela fizesse parte da minha responsabilidade. A pessoa antes distante, que deixa livre, sabe, ao voltar, achegar-se de novo... Escolhas e esperas combinam com amor.
Resta, portanto, se jogar no sofá – tão longe – trocando o vinho à beça na cabeça pelo uísque à beça n’alma. O caleidoscópio dos velozes enfim acha o tempo achado nos beijos furtivos. Somos Clarice à crônica alinhavada independente de.

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